Giselle Ávila
sexta-feira, 22 de abril de 2011
As grandes e pequenas coisas da vida.
Um professor durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra pega um frasco de maionese e esvazia-o, tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf. A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega uma caixa de pedrinhas e coloca-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então, o professor pegou outra caixa, uma caixa cheia de areia e derramou a areia para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unãnime ''SIM''!
Em seguida o professor acrescentou duas xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios. Os estudantes riram, mas repararam que o professor estava sério e disse -lhes:
-QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA. As bolas de golf são as coisas mais importantes, como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE. São coisas que mesmo que se perdessemos todo o resto nossas vidas continuariam cheias. As pedrinhas são as outras coisas que importam, como o trabalho, a casa, etc. A areia são os demais, as pequenas coisas.
Se puséssemos a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolinhas de golf. O mesmo acontece com a vida. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Preste atenção as coisas que são cruciais para a sua Felicidade. Brinque, ensine os seus filhos. Arranje tempo para ir ao médico. Namore e vá com sua/seu namorado(a), marido/mulher jantar fora. Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos.
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito. Haverá sempre tempo pra trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf primeiro, que representam as coisas que realmente IMPORTAM NA SUA VIDA. Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, entao o café?
O professor sorriu e disse:
-O café é só para vos demonstrar que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo.
Autor: Desconhecido.
domingo, 3 de abril de 2011
1º semana de CBC
Recebi meus horários dias de começar. Aulas terça, quarta, sexta e sábado. Para começar, na terça, aula de química. Duas professoras dando aula. A aula foi boa, não me lembrava muito da matéria, mas deu para acompanhar. Na quarta, aula de matemática e Introdução ao Pensamento Científico. Matemática, dois professores dando aula também. Matéria de ensino médio. Na aula de IPC, o professor não deu aula, só falou sobre as parciais e finais, os livros que iria usar e tirou dúvidas dos alunos sobre o CBC. Sexta, aulinha de química de novo. Já não gostei da aula que elas deram, mas tudo bem. E sábado foi feriado aqui, não teve aula. E nessa semana também entrei em cursinho de apoio ao CBC, chamado Junín. Gostei demais das aulas, professores muito bons. Aula todos os dias. Obs.: Sábado não teve aula, mas estudos em casa o final de semana inteiro. Química e matemática. Foi isso. Hoje é domingo e amanhã começa tudo de novo.
sábado, 5 de março de 2011
Medicina
Um dia todos nós vamos para a solidão de um túmulo. Uma criança de um dia de vida já é suficientemente velha para morrer. A morte é a derrota da Medicina. Todavia, apesar das limitações da ciência, devemos usar todas as nossas habilidades não apenas para prolongar a vida, mas para fazer dessa breve existência uma experiência inesquecível. Os médicos devem ser pessoas de rara sensibilidade, artesãos das emoções, profissionais capazes de enxergar as angústias, as ansiedades e as lágrimas por trás dos sintomas. Caso contrário, tratarão de órgãos e não de seres humanos. Acima de tudo, os médicos, bem como todo profissional que cuida da saúde humana, devem ser vendedores de sonhos. Pois, se conseguirmos fazer nossos pacientes sonharem ainda que seja com mais um dia de vida ou com uma nova maneira de ver suas perdas, teremos encontrado um tesouro que reis não conquistaram...

Apartamento
Depois de muito procurar, de muitos nãos, de muitas caminhadas, de muitas pesquisas e de muitas imobiliárias, conseguimos. Um apartamento bem legal para mim e minha prima, sendo que um pouquinho grande. Até então, a idéia era encontrar um apartamento só para nós duas, mas pelo andar da situação, resolvemos dividir com mais uma menina. Depois de quase dois meses no hostel, vendo o comportamento de cada um, o dia-a-dia de todos, chegamos a uma conclusão. E essa conclusão por incrível que pareça foi igual por ambas as partes. Escolhemos a mesma pessoa para dividir. Então, estava decidido, dividiríamos o apartamento com Hiana. Uma pessoa do bem, que convivia de bem com todos, não criava confusão com nada e fazia todo mundo rir. Se perguntássemos em algum lugar onde essa menina passou, não levantará um para falar que não gosta dela ou algo do gênero. Enfim, conseguimos o apartamento e a menina para dividir. Estava tudo perfeito e permanece perfeito.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Ano Novo
Todos prontos às 10 horas, descemos para pegar o táxi. Seriam dois, pois estávamos em sete pessoas. O Pablo que é argentino, escolheu um lugar para nos encontrarmos lá e falou para o primeiro táxi para nos deixar na Fragata da Puente de la Mujer. Foi no primeiro táxi, eu, Larissa, Cleres e Luiz e eles ficaram esperando o outro táxi. O taxista nos deixou na Fragata era 10:30 horas e ficamos esperando eles. Deu 11:10 horas e nada deles chegarem, ai resolvemos ir curtir nosso Reveillon e deixar eles curtirem o deles. Cleres estava muito chateada pelo ocorrido e resolveu voltar para o Hostel. Pegou o táxi e foi. Ficou eu, Larissa e Luiz. Começamos a tirar fotos, brincar e olhando para ver se não encontrávamos o Dyego, Alana e Pablo. Ai desistimos e ficamos esperando os fogos. Quando deu EXATAMENTE meia-noite e os fogos começaram, eu olhei para trás por nada e dou de cara com o Dyego olhando pro alto tirando fotos. Fiz um escândalo(risos) e todos olharam para mim e começaram a se ver. Nos abraçamos, desejando feliz Ano Novo para o outro e foi aquela festa. A partir dali nos divertimos muito. O taxista que nos levou, nos deixou na fragata errada, nos deixou na fragata argentina, em vez da fragata da Puente de la Mujer.
Quando foi meia-noite e meia, resolvemos procurar um lugar para comer. Fomos pegar táxi novamente, foi quando começou a guerra para conseguir um táxi. Só passava táxi cheio ou táxi vazio, mas que não parava -até agora não sei porque-. Só se via brasileiro em Puerto Madero, principalmente atrás de táxi. Muita gente. Quando conseguimos um, o taxista cobrou 150 pesos, sendo que do Hostel a Puerto Madero, pagamos 24 pesos. Não mesmo. Andamos de Puerto Madero até a Av. 9 de Julio para tentar pegar um táxi, fizemos sinal para muitos, até que um resolveu parar. Nos perguntou em quantos éramos e falamos que seis. Ele cobrou 10 pesos de cada um. Como já eram duas horas da manhã, aceitamos. Chegamos ao Hostel, mas ainda assim, com fome. Ninguém tinha comida pronta. Como os “Kioscos” são abertos 24 horas, resolvemos comer “pancho”. Comemos o “pancho” com refrigerante e voltamos ao hostel. Conversamos mais um pouquinho, rindo da aventura, tomamos banho e fomos dormir. Foi um Ano Novo de aventuras e muitas risadas.
Natal
Todos do Hostel foram para o Brasil, só restou Hiana, Cleres, Dyego, Alana, Pablo, Larissa e eu. Hiana resolveu passar na casa de uma moça da igreja dela aqui em Buenos Aires, mas os outros ficaram conosco. Imaginamos fazer uma comida prática e umas sobremesas e passarmos juntos. Fizemos a lista de tudo que iríamos precisar e comentamos com Cata, uma senhora argentina que trabalha aqui no Hostel, o que iríamos fazer. Ela falou que iria levar a família para o Hostel e fazer churrasco. Então, resolvemos ajudar no churrasco e passar todos juntos. Fizemos isso e foi muito divertido. Nós brasileiros, ficamos responsáveis por fazer as sobremesas, fizemos rabanada e pavê de flocos crocantes de chocolate. Na hora de experimentarem, raros os que gostaram da rabanada, mas o pavê fez sucesso. O Natal foi bem diferente, argentinos, paraguaios e brasileiros fazendo festa. Uma mistura de cultura que se resumiu em muito churrasco, música e diversão. Aniversário
Meia noite no horário do Brasil, meus pais já me deram feliz aniversário. E quando deu meia noite horário de Buenos Aires, me desejaram de novo (risos). Agradeci, dei boa noite e fui tomar banho, quando cheguei lá minha prima e Hiana estavam tomando banho e já cantaram parabéns. Depois Cleres chegou e cantou parabéns outra vez, foi uma farra. Depois fomos assistir filme, ficamos até as três da manhã vendo filme e fomos dormir. Quando foi 10 horas da manhã, levantei, tomei banho e comecei a acordar todo mundo, afinal, era meu aniversário, não poderia deixar ninguém dormir o dia todo. Resolvemos fazer “pancho” para comer, então fomos ao mercado. Compramos tudo e passamos em frente às latas de leite condensado -para quem não sabe, leite condensado aqui em Buenos Aires custa em média 10 pesos, ou seja, caro- e resolvemos comprar, afinal era dia de festa, e festa sem brigadeiro não é festa. Voltamos ao Hostel e começamos a preparar tudo. Conseguimos comer eram 16 horas. Fizemos o brigadeiro, pegamos refrigerante e batata chips e fomos para o quarto da Hiana ver filme. Começamos a conversar, conversar e acabamos que não vimos mais filme. Ficamos escutando música conversando até mais ou menos 23:30 horas. Íamos jantar em algum lugar, mas como comemos tanta besteira, ficamos sem fome e desanimadas.
Enfim, foi um aniversário diferente, mas muito divertido. Com pessoas que com pouco tempo se tornaram especiais, com muita risada e muito brigadeiro (risos).